Um cigarro
Um cognac
Em qualquer boteco
Sujo e escuro
Numa noite chuvosa da metroplis
Abraço caloroso e apaixonado da prostituta
Fumegante como um
Vaso de girassol
Me narco-embriago
Em sua concha faminta
Onde sorvo
O principio do fim
E me perco no
Silêncio dos becos
Até a próxima rajada de vento
Sopro sussurrado de tesão
Contido no vil metal.
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quinta-feira, janeiro 31, 2008
ENTRE MUNDOS
No Horizonte do paraiso
O beija-flor sugou o nectar
Colorido
E o mar-de-rosas
Tingiu-se de trevas
A neblina densa
Turva os corações dos herois
E acidenta as naus
Ruptura do destino
O Novo Mundo é uma ilusão
dos amantes
Que se perdem na Iris
das sereias
Condenados ao enigma do amor
Não foram os primeiros
E nem os últimos
A desejar transpor
O vazio do velho mundo.
O beija-flor sugou o nectar
Colorido
E o mar-de-rosas
Tingiu-se de trevas
A neblina densa
Turva os corações dos herois
E acidenta as naus
Ruptura do destino
O Novo Mundo é uma ilusão
dos amantes
Que se perdem na Iris
das sereias
Condenados ao enigma do amor
Não foram os primeiros
E nem os últimos
A desejar transpor
O vazio do velho mundo.
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